7.6.11

Esse é um simples teste para verificar quantos leitores eu ainda tenho.

Um teste para saber quantas linhas conseguirei escrever nesse post.

Para saber também a quantas anda a minha criatividade.

E entender o que poderia me motivar a voltar a escrever.

18.8.10

Adeus, Conceição

Lendo o meu texto sobre o ano de 2006, vi que falava da contratação da primeira babá da Helena, a Conceição. Nele eu desejava que ela ficasse por longos anos, o que realmente acabou acontecendo.

A questão é que eu não sabia que babá tem prazo de validade. O tempo dela já se esgotou, há mais de ano, e não tomamos a atitude de demiti-la, fomos levando, por medo de ter que encarar a dura realidade de procurar outra profissional e treinar novamente. Muito bem, esse dia finalmente chegou.

Hoje começo, oficialmente, a procurar outra pessoa para trabalhar na minha casa, para cuidar da Helena, cuidar da casa, das roupas, da comida e dormir durante toda a semana. Sei que é missão quase impossível, mas não pretendo desistir tão fácil dela. Pretendo dar breves relatos dessa saga aqui.

Tô sofrendo, acreditem, mas feliz pela decisão, mesmo que tardia.

17.8.10

De volta... será?

Estava agora relendo meus textos. Engraçado como às vezes a gente sente um empurrão para escrever, e outras vezes sai correndo.

Há muito tempo queria voltar à ativa no blog, mas não achava estímulo para escrever. Achava que faltava um tema, um motivador. E ao passear pelo blog percebi que não precisa ter tema, que era apenas escrever. Por que escrevo qualquer coisa no Facebook e aqui falta um tema?

Vou baixar as expectativas autoimpostas, assim mesmo, sem hifen de acordo com as novas regras ortográficas. Inicio nova fase, tentando escrever do jeito que dá, para não perder a prática, exercitar a língua e o raciocínio.

E vamo que vamo!

20.4.09

Fases













Momento estranho, de novo. De novo e sempre. Cíclico. Altos e baixos.

Será que o curso da minha vida precisa ser marcado e permeado por essa oscilação? Depressão? Sina? Fase? De quanto tempo é feita uma fase? Eu sei que vivemos muitas fases em nossa vida, mas essa que eu vivo já é parte de mim, ela não termina e nem se transforma.

"Ana, dê tempo ao tempo;

Paciência, tudo tem seu tempo;

Não apresse o rio;

No fim tudo dará certo. Se não deu, é porque não chegou ao fim."
Até quando ouvirei esses sábios conselhos?

20.1.09

2009








Estou pressentindo que esse ano será muito melhor que 2008. Será? Ou será minha TPM que embaça meus sentidos hoje?

Acabo de ler uma reportagem sobre a felicidade. Terminei a leitura com palpitação e tão leve, que resolvi escrever. Percebi que é fácil driblar alguns desacertos com pequenos gestos e um sorriso sincero – o sorriso de quem acredita que as coisas boas virão. Meio Poliana?

Estou tão empolgada nesse início de ano que resolvi fazer coisas simples por mim, que me deixaram renovada por completo. Comecei pela casa, que sempre quis que tivesse a nossa cara. Pintei as paredes de casa (como uma amiga disse, cores de Almodóvar), troquei os móveis de lugar, adicionei um arranjo de flores que ganhei da Renata na sala de jantar, comprei uma colcha nova para minha cama, encomendei cortinas brancas para o quarto... Gestos simples.

Hoje acredito que posso tornar meu trabalho mais legal, construir relações mais duradouras e saudáveis, não me culpar pelas eventuais perdas ou decepções. Será que é porque acabei de chegar de férias?

Em breve recebo de volta meu marido e meu enteado em casa, depois de 1 ano morando só com a Helena. Será um novo desafio, não porque possa ser ruim, mas porque irá promover mais mudanças e novos ensinamentos. Seremos uma família completa de novo. Que sejam bem vindos à nossa nova velha casa.

25.9.08

As 10 coisas que ainda farei nessa vida

Inspirada nas listas que meu amigo blogueiro, Marquinhos, costuma postar, resolvi fazer uma também.

1. Conhecer a Europa.

2. Ter um apartamento meu, bem bacana, decorado inteiramente do meu jeito.

3. Comprar uma barriga nova, zerada, durinha.

4. Ter mais dois filhos.

5. Ter muitos e muitos netos.

6. Trabalhar sem obrigação, apenas por prazer.

7. Me exercitar com prazer.

8. Usar salto alto sem sofrimento.

9. Ter um closet espaçoso.

10. Publicar um livro. (ousado, né?)

31.7.08


Nessas férias de julho recebemos visitas familiares. A casa, antes calma e organizada ficou cheia, bagunçada e deliciosa. Cafés da manhã intermináveis, almoços que avançavam a tarde e mesa do lanche posta permanentemente. Eu sofria ao sair para o trabalho diariamente.

A Helena começou a entender o conceito de família e não cabia em si de tanta felicidade, rodeada pelo pai, pela vovó Anna, o tio Maurício, o irmão Daniel e a tia Celi - a mais nova agregada da família.

Acabei me lembrando da minha infância, cheia de tios e primos. Adorava aquela bagunça e sempre me espelhei nela ao projetar minha família futura. Eu queria ser uma vó tão legal quanto as minhas.

Na minha visão, e pela experiência que tive, casa de vó é assim.
Se alguém discordar ou quiser acrescentar algo, seja bem-vindo:

Todo mundo tem que comer as 3 refeições básicas do dia. Fora isso, o neto pode comer o que quiser, a qualquer hora;

Neto pode comer o que tiver disponível em casa – se não tiver, a vó providencia;

Colo de vó está sempre disponível;

Cama da vó é sempre elástica – cabe todo mundo;

Neto sempre pode ajudar a vó na cozinha, principalmente se for bolo, com muito ovo e farinha pra espalhar;

Casa de vó é sempre limpa e cheirosa – mesmo de cabeça pra baixo;

Neto pode mudar os móveis de lugar, empilhar, subir, sentar, mas no final de tudo, precisa arrumar e colocar tudo no lugar;

A mesa é grande, pra caber todo mundo;

Neta pode brincar com as roupas e sapatos da vó, bem como experimentar perfumes, batons e pós-de-arroz, mas sem estragar! E se estragar, basta pedir desculpas;

Vó sempre sabe um chá infalível para qualquer enfermidade;

Vó não se cansa;

Vó sempre conhece uma música e uma brincadeira esquisita - mas sempre divertidas;

Vó sempre cozinha coisas gostosas.